Entenda como funciona e para que serve o fluxo de caixa do seu projeto fotovoltaico
O fluxo de caixa de um projeto é um registro financeiro que demonstra as entradas e saídas de recursos financeiros relacionados a um determinado projeto ao longo do tempo. Esse fluxo permite que os gestores e investidores acompanhem o desempenho financeiro do projeto e tomem decisões baseadas em informações precisas sobre o fluxo de caixa. O fluxo de caixa de um projeto inclui receitas e despesas relacionadas a investimentos, operações e financiamentos, permitindo que os gestores entendam as origens dos recursos e como eles estão sendo utilizados. Ele é uma ferramenta essencial para a gestão financeira e a tomada de decisões em projetos.
Como dito anteriormente, o fluxo de caixa funciona como uma espécie de linha do tempo entre as entradas e saídas dos recursos financeiros de um projeto. Dessa maneira, para analisá-lo corretamente deve-se observar ano a ano as variáveis presentes na tabela, como demonstrado pelas setas na lateral esquerda da imagem abaixo.
Cada ano terá uma respectiva geração anual, representado pela letra "B"; valor de tarifa da energia, representado pela letra "C"; economia anual gerada pelo sistema solar, representado pela letra "D"; Valor de investimento ou desembolso, representado pela letra "E" e o saldo do projeto, representado pela letra "F".
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A leitura das informações presentes no fluxo de caixa será realizada da seguinte forma:
Representa os anos após a instalação do sistema fotovoltaico. A leitura e análise do fluxo de caixa é guiada pelos anos que se sucedem. Ou seja, no ano de referência "0", é previsto uma economia anual de R$ 5.384,69 reais, investimento de R$ -6.004,13 reais e saldo final de R$ -619,45 reais. No ano "1", é previsto uma economia anual de R$ 5.923,16 reais, investimento de R$ -6004,13 reais e saldo final de R$ -700,42 reais. No ano "2" é previsto ... e assim em diante.
A geração anual é uma estimativa do quanto o sistema irá gerar dentro do ano de referência. Para o sistema em questão de 500 kWh/mês, sua geração anual é de 6.000 kWh no ano "0". Já no ano "12", levando em consideração a perca de eficiência dos equipamentos, a geração é reduzida para 5.649kWh.
Representa a variação da tarifa ao longo dos anos. No ano "0" a tarifa do cliente em questão era de R$ 1,14 reais. Para o ano "12", com uma inflação de 10% ao ano, foi previsto um valor de R$ 3,57 reais na tarifa de energia.
A economia anual representa a soma de toda a economia realizada ao longo do ano após a instalação do sistema fotovoltaico. Para calculá-la, é levado em consideração todos os custos que influênciam no valor da conta, como o custo de disponibilidade, o tributo de iluminação pública, depreciação dos módulos fotovoltaicos, consumo de energia perante a geração do sistema solar, entre outros. Portanto, no ano de referência "0", a economia gerada pelo sistema foi de R$ 5.384,69 reais, já no ano "12", foi de R$ 16.729,63 reais, impulsionado pela inflação da tarifa.
A coluna de investimento expressa o valor a ser desembolsado pelo cliente para quitar o sistema fotovoltaico e realizar a sua manutenção. O cliente em questão optou por realizar o pagamento do sistema em 48 parcelas de R$ 500,34 reais, resultando em um custo anual de R$ 6.004,13 reais durante os primeiros 4 anos. Apesar do alto valor a ser investido, nota-se que o rendimento do sistema fotovoltaico paga grande parte do valor a ser desembolsado, uma vez que o maior saldo negativo é de R$ -700,42 reais, ou seja, aproximadamente R$ 58 reais por mês. Dessa forma, o cliente em questão investiu pequenas quantias nos primeiros 3 anos para obter um retorno aproximado de R$ 483.286,76 reais após 25 anos.
O saldo representa o montante final de dinheiro na carteira do cliente ao final de cada ano. Para o sistema em questão, no ano "0", o saldo do cliente será de R$ -619,45 reais, resultantes do pagamento do financiamento de R$ -6.004,13 reduzidos pela economia gerada pelo sistema fotovoltaico de R$ 5.384,69. Ao final do ano "10", quando o cliente apenas aproveita a economia do sistema sem ter que desembolsar nenhum valor, e o saldo é de R$ 75.760,85 reais.
O saldo é a variável mais importante a ser analisada, pois ele representa a quantia de dinheiro que o projeto movimentou em sua carteira. Quanto maior o saldo, mais rentável é o seu projeto.
Concluindo, o fluxo de caixa é uma ferramenta fundamental para avaliar a saúde financeira de um projeto, permitindo avaliar as vantagens e desvantagens de cada investimento para cada cliente e sistema fotovoltaico. A partir da descrição das saídas e entradas do dinheiro ao longo do tempo é possível analisar a viabilidade financeira do projeto e quanto o investimento retornará ao final do projeto. o fluxo de caixa é uma ferramenta fundamental para avaliar a saúde financeira de um projeto, permitindo avaliar as vantagens e desvantagens de cada investimento para cada cliente e sistema fotovoltaico.
Para isso, é importante lembrar que para montar o fluxo de caixa é necessário considerar algumas informações relevantes, tais como: estimativa de receitas e despesas, investimentos iniciais, prazos de pagamento e recebimento, custos operacionais, taxas de juros, impostos, depreciação, entre outros fatores que possam afetar a rentabilidade do projeto ao longo do tempo. É importante que as informações sejam precisas e confiáveis para que o fluxo de caixa seja calculado de forma correta e represente a realidade financeira do projeto. Além disso, é fundamental revisar periodicamente o fluxo de caixa para ajustar as previsões e garantir que o projeto continue gerando resultados positivos.
Essa é a especialidade do Grupo Fóton. Junto ao cliente colhemos as informações e melhoramos a precisão das estimativas através de nossas análises e simulações.
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